Série: Supernatural 6x16 – And Then There Were None

sexta-feira, março 18, 2011


Sam, Dean e Bobby estão em busca do mais novo monstro da Mãe de Todos. Enquanto investigam, eles encontram Samuel (participação especial de Mitch Pileggi) e Gwen (participação especial de Jessica Heafey), que também estão caçando a criatura. Samuel e Bobby têm uma briga muito intensa para decidir como lidar com este caso. Mike Rohl dirigiu o episódio escrito por Bret Matthews.

Mais uma resenha atrasada, porém, como temos um hiatus de um mês pela frente, e, portanto, ficaremos um bom tempo sem resenhas, nada melhor do que relembrar os episódios anteriores.

And Then There Were None é uma clara evidência à obra da saudosa Agatha Christie, mas não é preciso ter lido o livro para entender esse título, afinal, ele fica bem claro ao decorrer do episódio.
Finalmente a Mãe de Todos resolve começar a mostrar a que veio, e já começa com estilo: criando um novo monstro. Um monstro que pode possuir pessoas e fazê-las matar. E não é o tipo de possessão que você descobre simplesmente jogando uma água benta no rosto do possuído ou falando “Cristo”, assim, como quem não quer nada. O buraco é mais embaixo.
Para enfrentar um inimigo desconhecido, Sam e Dean contam com a ajuda de Bobby e Rufus, além de reencontrarem a nem tão querida família, representada por Gwen e Samuel. O último, jurado de morte pelo neto mais velho.
Contrastando com o episódio anterior, The French Mistake, que foi repleto de humor, o 6x16 é marcado pela tensão. Era necessário prestar bastante atenção, pois qualquer movimento poderia significar que alguém não era exatamente quem deveria ser, e custar uma vida. Muitas vidas.
Mesmo tendo visto as “peripécias” do Soulless Sam no início da temporada, ainda não me acostumei a ver nenhum dos Winchester matando a sangue frio, o que tornou algumas das cenas do episódio extremamente agoniantes para mim. Quanto às mortes, foram de três tipos: a que não vai fazer a mínima diferença, a extremamente merecida e a absurdamente trágica. O meu consolo é lembrar que estamos falando de Supernatural, então a morte nem sempre é definitiva. Espero apenas que ela seja para quem merece.
Um ponto interessante do episódio foi ver Bobby e Rufus trabalhando juntos, ainda me é estranho ver o primeiro “na ativa” e não apenas ao telefone e afundado em livros. Fiquei curiosa para saber o que exatamente aconteceu em Omaha, apesar de ter ficado subentendido, e triste por Bobby, que nunca foi perdoado pelo amigo.
A conversa final no cemitério me intrigou. Aliás, mais que intrigada, estou apreensiva com o que pode realmente significar aquele perdão incondicional de Dean. Afinal de contas, o final da temporada está aí, e todos sabemos que eles não costumam ser o que eu chamaria de felizes.

(*****) 5 estrelas!

BY COLABORADORA ANNA CLÁUDIA

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5 COMENTÁRIOS

  1. Hey, Anna!

    Supernatural é o máximo!
    Adoro! E eu achei bem merecido oq aconteceu com Samuel... Humpf.
    Só de pensar que logo acaba a temporada, dá uma tristeza... rs.

    Beijos!

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  2. AMO essa série de paixão *-*
    Principalmente o Dean, só que eu tô atrás de você, ainda na 5ª temporada ;)

    Vou tentar acompanhar depois!

    Bjus.

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  3. Todas amam o Dean hahaha
    Ah ver com calma, é bom que quando tem hiatus...você ainda terá o que ver :)

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  4. Pois é, concordo com a Nana, assistam com calma (quem ainda tá nas temporadas anteriores) pra vocês entenderem direitinho :)
    Vão gostar!

    beijos!

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  5. Demorei mas estou aqui rsss
    Nossa eu acho que quem dirigiu este episódio foi uma mulher de TPM mandou todo mundo pro inferno sem dó rsss.
    Mas gostei, mas o The French Mistake ainda é meu favorito.

    Beijocas

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